Os deputados da CDH (Comissão de Direitos Humanos e Minorias) da Câmara dos Deputados, elegeram, nesta quinta-feira (7), o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) como presidente. Ele teve 11 votos dos colegas e já havia sido indicado por seu partido para presidi-la. Feliciano é acusado de homofobia e racismo, mas nega.
Após ser eleito hoje, Feliciano chegou a dizer que sua mãe é de "matriz africana", apesar de não ter o "matiz de pele" negro.
A eleição do presidente é feita pelos membros da comissão, que, em geral, seguem a indicação partidária. A bancada do PSC, composta por 17 parlamentares, confirmou na terça-feira o nome do pastor para ocupar o cargo. Como vice, a indicação foi para a deputada Antonia Lúcia.
Até então, o PT da presidente Dilma Rousseff comandava a CDHM, sob a direção do deputado Domingos Dutra (MA), mas o partido preferiu assumir as comissões de Constituição e Justiça e Cidadania; de Seguridade Social e Família e de Relações Exteriores e Defesa Nacional.
A sessão de hoje foi marcada, mais uma vez, por polêmicas e protestos -- o presidente Domingos Dutra chegou a se retirar da sessão, seguido por outros parlamentares, como Jean Wyllys (PSOL-RJ). A deputada Luiza Erundina chegou a dizer que "esta não é mais uma comissão de direitos humanos".
Nesta quarta, a comissão deveria ter realizado a eleição do deputado federal Marcos Feliciano (PSC-SP), mas, devido a bate-boca e tumulto, a sessão foi cancelada e convocada novamente para esta quinta, desta vez, sem a presença de manifestantes e "torcida".
Polêmicas
Desde a semana passada, antes mesmo de ser indicado pelo PSC para o posto, a possibilidade de Feliciano como presidente da CDH gerou protestos de ativistas de direitos humanos, porque o deputado tem um discurso que pode ser considerado polêmico.
Em 2011, ele usou o Twitter para dizer que os descendentes de africanos seriam amaldiçoados. "A maldição que Noé lança sobre seu neto, Canaã, respinga sobre o continente africano, daí a fome, pestes, doenças, guerras étnicas!", escreveu.
Em outra ocasião, o pastor postou na rede social que "a podridão dos sentimentos dos homoafetivos levam ao ódio, ao crime e à rejeição". No ano passado, o pastor defendeu em debate no plenário os tratamentos de "cura gay".
Ele nega as acusações de racismo e homofobia. Ontem, ele negou ser homofóbico. "Não sou contra os gays, sou contra o ato e o casamento homossexual. Quero o lugar para poder justamente discutir isso. Vai ser debate. Vou ouvir e vou falar", afirmou.
Notícia tirada de: http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2013/03/07/comissao-de-direitos-humanos-elege-pastor-polemico-como-presidente.htm
Comentário do Blog:
"A maldição que Noé lança sobre seu neto, Canaã, respinga sobre o continente africano, daí a fome, pestes, doenças, guerras étnicas!"
"a podridão dos sentimentos dos homoafetivos levam ao ódio, ao crime e à rejeição".
Parabéns Brasil, por eleger o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) para presidente da comissão de Direitos Humanos.... Um homem sensato, com valores morais e civis e acima de tudo "humanamente humano". São pessoas assim que farão do nosso país um "lugar de todos", claro com exceção aos que forem contra Deus, os negros, os homossexuais, as mulheres que não forem submissas, os deficientes, os dependentes químicos, as pessoas que estão com câncer, hepatite, HPV, gripe e todas as outras "pragas deixadas por Deus", por que ele é a "Verdade o Caminho e a Luz", e deve-se ter em algum lugar nas escrituras sagradas as pessoas merecedoras do "Céu".
Parabéns Brasil!!! Fica só uma ideia, porque agora não cria-se uma comissão para começar a separar as pessoas dignas e "puras", ou mesmo a "raça abençoada por Deus", das pessoas "podres", "malditas por Noé". Seria uma boa, assim facilitaríamos os trabalhos do seu Deus!!!!
#Indignação!!!!!
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